
voltei a escrever
dessa vez não vou explicar
o inexplicável
to exausta de construir e desconstruir fantasias
cansei de demolir essa coisa dentro de mim
esse caminho que não pode ser modificado
é estranhado de talvez
que se aprendeu
e se prende sem limites
é alheio ao olhar de fora
cansei de coisas
que separam sonhos
de realidade
de arranhar paredes
para ser um clichê detestável
cansei de ser limpa como eles
prefiro ser esse saco de pancadas
não tenho planos para esse jogo social [e sujo]
pra essas trocas que já nascem
desesperadas
esse circulo vicioso
tudo é maya
tudo é ilusão...
aprendi que o infinito é o eterno
e que tem uma altura que ninguém jamais
conseguiu alcança-lo
* agora relaxe e navegue
não vim pra agredir todo [ou] o mundo
vim por essa minha vontade...
NADA]
só uma coisa ainda me dói muito [sempre]
- são esses meus intermináveis silêncios...]
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Pelo elixir ardente de versos [dizem alguns], são capazes de arrebatar paixões, no entanto, gosto de ser apenas uma ilustre desconhecida. Não sou uma Poeta de desterro algum, sou uma mulher apaixonada, autora de versos dilacerados, vaporosos, transcendentais. Não estou aqui para gerar paixões indefiníveis, mas se os meus versos ganharem o mundo? Lhes sou grata, celebrarei então, mas só depois de morta. Eu preciso ter asas para ensinar a minha alma. Obrigada pela boa, e pela má leitura. Kiss.