"Caminho de luz e sombras... Aquilo que está no cristalino do olho de um mago não pode ser definido --- Aqui estão hospedados poemas/letras, pro tempo não escutar"
GUARDIÃ DA MINHA IMPUNIDADE DE DIZER...
Eu não consigo ser chique e escrever tudo só em duas frases. Como a maioria faz.
Eu sangro a mente aos borbotões. Como espuma
As minhas personalidades (são impossíveis) de juntar. Me constituem (em milhares) mulheres inocentes de mim (quase todas) diferentes (vontades) sonhos. Gestos (descobertas) impossíveis (acho), mas assentirão ( que eu vá escrevendo-me) as minhas porcarias básicas (ou coisa alguma) frase interessante (deliciosa). Ou talvez nada (seja só um exercício) de um tempo cruel (pra espantar a velhice) risos. Ou só desculpas ridículas. (desde a minha infância remota) eu sei que eu sou assim, eu não tenho conserto. Nem dinheiro nenhum. Eu nem ligo pra coisas importantes. Nem pra pessoas interessantes. Vou “só” sonhando. “Só” pensando. Até eu queimar. E mudar de céu. E não ser mais. Mas eu não sou. E quem é? Quem me conhece sabe. Que eu sou. Ou muito triste. Ou muito irritada. Ou muito feliz. Ou muito apaixonada. Muito intensa. Ou muito tudo. Ou muito nada. Sem controle. Sem siso. Sem nada de nada. Mais informações? As pessoas interessadas. Que acessem. Ao interesse delas. Vou ficando por aqui. Me matutando. Me respondendo. Alguns vestígios? Evocam... Marcas que passam. Permanência? É presença. Tudo é significado. Na fragilidade das listas. Há sempre um olhar cravado em mim (de sempre). E PRA SEMPRE. Cujo sabor é esquecido? (jamais).
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
filha do infinito, do vento, do amor...]
fica leve
busca o infinito
tem vontade de voar...
o amor é um compromisso com a vida
de sorrir
de seguir em frente...
o amor desconhece teorias
não domina técnicas
ele toca a alma humana
espanta medos
angustias
aflições...
o amor busca objetivos
sonhos
possibilidades infinitas...
o amor, ahhh! o amor!
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
ANDI POETA POEMA

DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
(Mario quintana)
o poeta das coisas simples...]
Andi, SEMEADOR DE ESTRELAS!
quarta-feira, 24 de junho de 2015
DA IMPERMANÊNCIA:

viver é agora...